Entendendo e administrando a insônia

Entendendo e administrando a insônia

A insônia tem como resultado um dia com falta de disposição, cansaço e, muitas vezes, mau humor.
A vida agitada dos grandes centros, o estresse excessivo, a esposição constante a situações de tensão e expectativa são os grandes vilões do homem modrno e os principais desencadeantes da insônia.
As horas de sono necessárias para refazer o organismo dependem da idade da pessoa como também de suas características pessoais. Estudos mostram que as populações estão dormindo cada vez menos. Um recém-nascido dorme perto de 20 horas diárias, um adolescente pode dormir até 12 horas, e um idoso pode ter seu sono fragmentado com menos horas noturnas, mas pode ter sono durante o dia.
Aproximadamente20% da população geral sofre de insônia, que acontece mais em mulheres de meia-idade e idosos.
O principal problema da insônia é o cansaço excessivo acompanhado de irritação, com má disposição para o trabalho e atividades da vida em geral.
A insônia pode ser transitória, de curta duração, e crônica ou de longa duração.
A forma transitória mais freqüente está relacionada com situações de tensão, expectativa de perdas e pode durar alguns poucos dias.
Quando a insônia dura alguns dias é classificada como de curta duração, e está mais relacionada com eventos de maior gravidade, como luto e problemas profissionais ou familiares. Esse tipo de insônia pode se tornar crônica naqueles indivíduos com predisposição.
Mais de um mês de insônia, ele já pode ser classificada como crônica, e é conveniente uma visita ao médico. Pode estar relacionada com depressão, asiedade, persistência de estresse. Insônia crônica pode ter como agravantes o uso continuado e abuso de álcool, drogas ou medicamentos. O consumo de café e bebidas excitantes podem piorá-la.
O médico pode auxiliar no manejo da insônia, inclusive com medicação. Uma consulta pode descartar um problema físico que esteja ajudando a manter a insônia.

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